Na estrutura temporal da civilização moderna, geralmente se empregar uma só palavra para significar o "tempo". Os gregos antigos tinham duas palavras para o tempo: khronos e kairos. Enquanto o primeiro refere-se ao tempo cronológico, ou seqüencial, o tempo que se mede, esse último é um momento indeterminado no tempo em que algo especial acontece, a experiência do momento oportuno. É usada também em teologia para descrever a forma qualitativa do tempo, o "tempo de Deus", enquanto khronos é de natureza quantitativa, o "tempo dos homens".

sábado, 7 de agosto de 2010

O Santo Graal

Motivo de muita polêmica é a busca pelo Santo Graal. Depois do lançamento do livro “O código Da Vince” de Dan Brow muitas religiões se sentiram atingidas pessoalmente quando o autor mostrou o Santo Graal como a filha de Jesus e mostrando-o como homem físico que amou alguém como mulher e dessa relação uma descendência foi gerada: o Santo Graal.
Em outros momentos diversas figuras foram usadas para representar o Santo Graal. Já foi mostrado como Maria madalena ou como é mais aceito: o sangue de Cristo ou a taça que foi usada na ultima ceia.
Tudo isso são simbologias. Todas interpretações diferentes de uma mesma colocação.
Se deixarmos um pouco de pensar no momento histórico e levarmos em conta que Cristo vive em nós e somos a representação viva e física do Seu Amor, chagaremos ao extremo de ver o que literalmente sempre esteve na nossa cara, mas “por acaso” nossos olhos estavam direcionados a outros cantos, como burros de carga, para ver o óbvio.
Deus vive em mim e Deus vive em ti. Somos feitos de puro Amor e juntos somos O Amor Divino, o Amor do Espírito Santo, a demonstração e a entrega do Amor de Deus, portanto... Eis o Santo Graal:



Da forma mais perfeita e linda que poderia ser representado. Tem bem mais sentido agora não é?

1 comentários:

Cleo disse...

Perfeita explicação minha linda.
Eis o Santo Graal. O fogo que Jesus deixou no mundo já está.
O Reino É em nós.
É hora!!

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